terça-feira, 27 de abril de 2010
Um dia...
Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.
Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.
Hoje não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.
Vamo-nos perder no tempo...
Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
"Quem são aquelas pessoas?"
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!
-"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!"
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.
E, entre lágrima abraçar-nos-emos.
Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"
Fernando Pessoa
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
quarta-feira, 14 de abril de 2010
A reza da lagartagem
Jogo novo que estás a chegar,
Acaba logo antes de começar!
Venha a nós pelo menos 1,
que os 0 pontos por jogo ja é comum
assim na taça como no campeonato,
O lenço branco de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas brigas internas,
assim como nós perdoamos a quem nos tem goleado!
E... não nos deixeis cair mais na tabela e livrai-nos dos derbies! AMÉN!
Acaba logo antes de começar!
Venha a nós pelo menos 1,
que os 0 pontos por jogo ja é comum
assim na taça como no campeonato,
O lenço branco de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas brigas internas,
assim como nós perdoamos a quem nos tem goleado!
E... não nos deixeis cair mais na tabela e livrai-nos dos derbies! AMÉN!
Diogo, mais uma destas e, o 5 vai à vida!
Bravo, Diogo!
No âmbito de um clima tenso na Europa, emerge o segundo mundial de Futebol como um acto político para mostrar a força da Itália de Mussolini. Curiosamente, ou talvez não, e como o fascismo italiano e o nazismo alemão assentavam em amplas manifestações desportivas e de poder, nesta fase Itália organiza o Campeonato do Mundo de 1934 e a Alemanha os Jogos Olímpicos de Berlim de 1936.
Como «represália» pela ausência da Itália no mundial de 1930, os campeões do mundo, o Uruguai, não participaram nesta edição da prova. Foi a primeira, e única vez, que o Campeão mundial não defendeu o título conquistado.
Ao contrário do primeiro mundial, desta feita existiu uma fase de qualificação onde estavam inscritas inicialmente 32 nações. Após esta fase atingiu-se o número de 16 equipas participantes. A título de curiosidade, Portugal participou pela primeira vez na fase de qualificação, caindo aos pés da vizinha Espanha.
A Europa vingava-se das Américas em relação ao primeiro mundial e contava nesta edição com 12 participantes, cabendo às Américas 3, e a África a participação do Egipto.
No fase final do mundial o esquema passou pela disputa de Oitavos de Final, Quartos de Final, Meias Finais e Final.
Nos oitavos de Final, as equipas europeias, deram cartas. A Espanha venceu o Brasil por 3-1, a Itália esmagou os E.U.A. por 7-1 e a Argentina e o Egipto, cairam respectivamente aos pés de Suécia e Hungria.
Para muitos analistas, a Áustria, era considerada a melhor equipa da Europa. O “Wunder Team” (Equipa Maravilha), tinha escandalizado a Europa em 1933, ao ser a primeira equipa continental a sair de solo inglês, sem o sabor da derrota (3-3). No mundial de 34, os austríacos, liderados por Sindelar, iniciaram a competição com uma vitória suada sobre a França (3-2), eliminariam depois os Húngaros (2-1), chegando às meias finais para defrontar a Itália, a outra candidata ao título. Para que nada falhasse decorreu uma «recruta» de jogadores com ascendência italiana em países como Argentina, Espanha ou Uruguai, avalizada por il Duce, que não olhou a meios, para levar a sua amada Squadra Azzurra ao título mundial.
Mas antes de chegarem à Meia Final, os italianos tiveram que eliminar a Espanha, num dos jogos mais épicos da história do Futebol.
Em Campo, nessa tarde em Florença, defrontavam-se dois regimes políticos. À Itália Fascista de Mussolini, opunha-se uma Espanha Republicana, de conotações esquerdistas.
Em campo, a mais valia dos italianos, foi condicionada pela pressão das autoridades italianas, que exigiam a vitória a todo o custo e por um público fanático, sedento de vitória e glória, que fazia com que a Squadra Azzura, jogasse “sobre arames”.
Ao golo inicial dos Espanhóis, responderam os Italianos com um golo ilegal de Ferrari.
O jogo terminaria com um empate (1-1), mas ficariam para sempre, as imagens do jogo agressivo e da violência, com que a luta entre Republicanos e Fascistas, mancharam um relvado, onde seria suposto apenas se jogar futebol.
No dia seguinte, novamente na Cidade dos Médicis, os heróis italianos, voltavam a enfrentar a Fúria Espanhola, bastante debilitada pelas lesões do dia anterior.
A exibição dos ibéricos, entrou para os anais da história do Futebol. Lutando com garra e contra uma arbitragem calamitosa, sobre uma pressão incrível, nascia para o mundo la Fúria, o famoso epíteto, pelo qual ainda hoje é conhecida a selecção nacional espanhola.
Zamora, considerado ainda hoje, o maior portero que alguma vez vestiu a camisola de Espanha, defendeu tudo o que havia para defender, a excepção do golo solitário de Giuzzeppe Meazza.
Nas Meias Finais, Mussolini obrigou a Federação Italiana e desviar o jogo de Roma para Milão (Cidade histórica de onde tinha nascido o movimento fascista italiano, no início dos anos 20).
Os Austríacos, foram incapazes de travar o jogo italiano, mas acima de tudo, foram incapazes de dar a volta, a uma arbitragem escandalosa, do sueco Eklind, que como prémio foi nomeado para a final.
Estavam encontrados os finalistas. Por um lado a Itália que vencera a Áustria (1-0) e a “desconhecida” Checoslováquia que havia derrotado os alemães (3-1).
Rezam as crónicas que «estava escrito» que a Itália de Benito Mussolini teria de vencer, e assim aconteceu. Na Véspera do Jogo, o árbitro Ivan Eklind (Suécia), um admirador confesso do Duce, teve a honra de ir jantar ao Palácio do ditador, em Roma. Quem viu o jogo não esquece: A Itália, que de facto era melhor equipa, foi levada ao colo, ao seu primeiro título mundial, vencendo a Checoslováquia por 2-1, após prolongamento.
O melhor marcador da competição acabou por ser o checo Oldrich Nejedly com 5 golos. Como curiosidade podemos referir que Luís Monti foi o primeiro jogador a jogar em Selecções diferentes em finais do campeonato do mundo: pela Argentina (1930) e pela Itália (1934).
A Cena: O Mundial de 34, tal como os Jogos Olímpicos de 36, ficaram marcados pelo Fascismo. Tudo foi feito para levar a Itália ao título. Desde a alteração da data dos jogos, ao local onde se disputavam as partidas, ou mesmo os árbitros que arbitravam os jogos mais importantes.
A Itália conseguiu ainda em cima do torneio inscrever 4 argentinos e 1 uruguaio, vasculhando nos registos, jogadores com possíveis antepassados italianos.
Este mundial da vergonha teve algumas das piores arbitragens da história, sempre em jogos que participava a Itália.
A Figura: Mathias Sindelar - O Génio Judeu, o Mozart do Futebol, como era conhecido por muitos, encheu os campos italianos. Estrela maior do Áustria de Viena, Sindelar tornou-se nos anos anteriores ao Mundial, na maior estrela do futebol europeu.
No mundial, a Áustria atingiu a Meia Final, perdendo no Estádio de San Siro em Milão por 1-0. Todos os que assistiram ainda se lembram de uma enorme grande penalidade que ficou por marcar, numa falta cometida por Monti sobre Sindelar, que o árbitro resolveu não ver.
Em 1938 Sindelar já não jogou o mundial, dado que a sua amada Áustria já não existia.
Uns meses antes, após a anexação, Sindelar participou no último jogo que a Áustria efectuou, contra a selecção alemã. Nesse jogo, Sindelar e os seus colegas falharam deliberadamente várias ocasiões de golo, sendo só perto do final, que a estrela maior dos austríacos, marcou os dois golos da vitória, para profunda humilhação do Estado Maior Germânico que assistia ao encontro.
No dia 22 de Janeiro de 1939, foi encontrado morto no seu apartamento em Viena, ao lado da sua amante italiana. O relatório oficial da Gestapo, fazia constar que Sindelar tinha cometido suicídio, mas como todos sabemos, os relatórios da Gestapo deixavam muito a desejar.
Como «represália» pela ausência da Itália no mundial de 1930, os campeões do mundo, o Uruguai, não participaram nesta edição da prova. Foi a primeira, e única vez, que o Campeão mundial não defendeu o título conquistado.
Ao contrário do primeiro mundial, desta feita existiu uma fase de qualificação onde estavam inscritas inicialmente 32 nações. Após esta fase atingiu-se o número de 16 equipas participantes. A título de curiosidade, Portugal participou pela primeira vez na fase de qualificação, caindo aos pés da vizinha Espanha.
A Europa vingava-se das Américas em relação ao primeiro mundial e contava nesta edição com 12 participantes, cabendo às Américas 3, e a África a participação do Egipto.
No fase final do mundial o esquema passou pela disputa de Oitavos de Final, Quartos de Final, Meias Finais e Final.
Nos oitavos de Final, as equipas europeias, deram cartas. A Espanha venceu o Brasil por 3-1, a Itália esmagou os E.U.A. por 7-1 e a Argentina e o Egipto, cairam respectivamente aos pés de Suécia e Hungria.
Para muitos analistas, a Áustria, era considerada a melhor equipa da Europa. O “Wunder Team” (Equipa Maravilha), tinha escandalizado a Europa em 1933, ao ser a primeira equipa continental a sair de solo inglês, sem o sabor da derrota (3-3). No mundial de 34, os austríacos, liderados por Sindelar, iniciaram a competição com uma vitória suada sobre a França (3-2), eliminariam depois os Húngaros (2-1), chegando às meias finais para defrontar a Itália, a outra candidata ao título. Para que nada falhasse decorreu uma «recruta» de jogadores com ascendência italiana em países como Argentina, Espanha ou Uruguai, avalizada por il Duce, que não olhou a meios, para levar a sua amada Squadra Azzurra ao título mundial.
Mas antes de chegarem à Meia Final, os italianos tiveram que eliminar a Espanha, num dos jogos mais épicos da história do Futebol.
Em Campo, nessa tarde em Florença, defrontavam-se dois regimes políticos. À Itália Fascista de Mussolini, opunha-se uma Espanha Republicana, de conotações esquerdistas.
Em campo, a mais valia dos italianos, foi condicionada pela pressão das autoridades italianas, que exigiam a vitória a todo o custo e por um público fanático, sedento de vitória e glória, que fazia com que a Squadra Azzura, jogasse “sobre arames”.
Ao golo inicial dos Espanhóis, responderam os Italianos com um golo ilegal de Ferrari.
O jogo terminaria com um empate (1-1), mas ficariam para sempre, as imagens do jogo agressivo e da violência, com que a luta entre Republicanos e Fascistas, mancharam um relvado, onde seria suposto apenas se jogar futebol.
No dia seguinte, novamente na Cidade dos Médicis, os heróis italianos, voltavam a enfrentar a Fúria Espanhola, bastante debilitada pelas lesões do dia anterior.
A exibição dos ibéricos, entrou para os anais da história do Futebol. Lutando com garra e contra uma arbitragem calamitosa, sobre uma pressão incrível, nascia para o mundo la Fúria, o famoso epíteto, pelo qual ainda hoje é conhecida a selecção nacional espanhola.
Zamora, considerado ainda hoje, o maior portero que alguma vez vestiu a camisola de Espanha, defendeu tudo o que havia para defender, a excepção do golo solitário de Giuzzeppe Meazza.
Nas Meias Finais, Mussolini obrigou a Federação Italiana e desviar o jogo de Roma para Milão (Cidade histórica de onde tinha nascido o movimento fascista italiano, no início dos anos 20).
Os Austríacos, foram incapazes de travar o jogo italiano, mas acima de tudo, foram incapazes de dar a volta, a uma arbitragem escandalosa, do sueco Eklind, que como prémio foi nomeado para a final.
Estavam encontrados os finalistas. Por um lado a Itália que vencera a Áustria (1-0) e a “desconhecida” Checoslováquia que havia derrotado os alemães (3-1).
Rezam as crónicas que «estava escrito» que a Itália de Benito Mussolini teria de vencer, e assim aconteceu. Na Véspera do Jogo, o árbitro Ivan Eklind (Suécia), um admirador confesso do Duce, teve a honra de ir jantar ao Palácio do ditador, em Roma. Quem viu o jogo não esquece: A Itália, que de facto era melhor equipa, foi levada ao colo, ao seu primeiro título mundial, vencendo a Checoslováquia por 2-1, após prolongamento.
O melhor marcador da competição acabou por ser o checo Oldrich Nejedly com 5 golos. Como curiosidade podemos referir que Luís Monti foi o primeiro jogador a jogar em Selecções diferentes em finais do campeonato do mundo: pela Argentina (1930) e pela Itália (1934).
A Cena: O Mundial de 34, tal como os Jogos Olímpicos de 36, ficaram marcados pelo Fascismo. Tudo foi feito para levar a Itália ao título. Desde a alteração da data dos jogos, ao local onde se disputavam as partidas, ou mesmo os árbitros que arbitravam os jogos mais importantes.
A Itália conseguiu ainda em cima do torneio inscrever 4 argentinos e 1 uruguaio, vasculhando nos registos, jogadores com possíveis antepassados italianos.
Este mundial da vergonha teve algumas das piores arbitragens da história, sempre em jogos que participava a Itália.
A Figura: Mathias Sindelar - O Génio Judeu, o Mozart do Futebol, como era conhecido por muitos, encheu os campos italianos. Estrela maior do Áustria de Viena, Sindelar tornou-se nos anos anteriores ao Mundial, na maior estrela do futebol europeu.
No mundial, a Áustria atingiu a Meia Final, perdendo no Estádio de San Siro em Milão por 1-0. Todos os que assistiram ainda se lembram de uma enorme grande penalidade que ficou por marcar, numa falta cometida por Monti sobre Sindelar, que o árbitro resolveu não ver.
Em 1938 Sindelar já não jogou o mundial, dado que a sua amada Áustria já não existia.
Uns meses antes, após a anexação, Sindelar participou no último jogo que a Áustria efectuou, contra a selecção alemã. Nesse jogo, Sindelar e os seus colegas falharam deliberadamente várias ocasiões de golo, sendo só perto do final, que a estrela maior dos austríacos, marcou os dois golos da vitória, para profunda humilhação do Estado Maior Germânico que assistia ao encontro.
No dia 22 de Janeiro de 1939, foi encontrado morto no seu apartamento em Viena, ao lado da sua amante italiana. O relatório oficial da Gestapo, fazia constar que Sindelar tinha cometido suicídio, mas como todos sabemos, os relatórios da Gestapo deixavam muito a desejar.
Pesquisa feita pelo aluno Diogo Silva,
adepto do "Glorioso", (buuuuuuuu)
terça-feira, 13 de abril de 2010
Será que o seu pé direito é inteligente?
O que se segue é tão engraçado que desafia qualquer compreensão lógica.
Aposto que irá tentar pelo menos cinquenta vezes para ver se consegue contrariar o seu pé.
Mas sem sucesso!!! Experimente.
Aposto que irá tentar pelo menos cinquenta vezes para ver se consegue contrariar o seu pé.
Mas sem sucesso!!! Experimente.
1. Então é assim: está sentado na sua cadeira junto a secretária. De seguida, levante o seu pé direito do chão. Uma vez o pé no ar, faça círculos com o mesmo, no sentido dos ponteiros de um relógio.
2. Ao mesmo tempo, desenhe com a sua mão direita o número 6 no ar. O seu pé muda de direcção!!!
3. Como já lhe tinha dito, não há nada que se possa fazer.
O nosso cérebro é doido ... !!!
domingo, 11 de abril de 2010
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